quinta-feira, 26 de setembro de 2013

2711.MP3

Um arquivo MP3 corrompido foi encontrado
no computador de uma vítima de
assassinato não-identificada, logo após o
homem ser violentamente assassinado.
Reportagens afirmam que o homem fora
assassinado de uma maneira que somente
as mentes mais profundas, mas macabras
poderiam imaginar. O CNN comparou o
ataque a um filme da série "Jogos Mortais".
Todos os membros da vítima foram
arrancados de seu corpo, e espalhados por
várias partes de sua casa. Seu estômago
fora aberto e suas entranhas não puderam
ser encontradas em nenhum lugar.
O assassino ainda não foi capturado, no
entanto, ele tentou "encobrir" seu ataque,
reproduzindo uma musica da banda
Deadmau5 enquanto assassinava a vítima.
Porém, havia um arquivo, 2711.mp3
(encontrado por um investigador 2 dias
depois do ocorrido), que era uma gravação
feita pela namorada da vítima, que havia
terminado com ele pouco tempo depois que
ele a traiu. A gravação toda tinha
aproximadamente 8 minutos de duração. A
declaração da garota terminou em torno de
em 3 minutos, e então, ocorre um silêncio.
Cerca de 7 minutos e 15 segundos na
gravação, há algo parecido com um grito
distorcido (que o investigador alegava "ter
vindo diretamente de um filme de terror",
irônico, considerando a cena do crime), e
então, ela finalmente termina.
As investigações ainda estão sendo feitas.
No entanto, o principal suspeito ainda está
pra ser determinado. O disco rígido,
contendo o arquivo em MP3, já fora
removido do computador da vítima, e
trancado em um armário de segurança do
departamento policial local de Miami. Dos
quatro detetives envolvidos no caso, um
deles desapareceu misteriosamente, sem
deixar rastros, no dia 29 de novembro de
2011. Outro investigador havia concordado
em dar informações básicas sobre o caso,
mas recusou-se agressivamente quando
pedimos para obtermos mais detalhes sobre
o arquivo MP3.
A julgar pela qualidade do arquivo, se supõe
que ele fora gravado no Audacity BETA 1.3
para Windows 7.
Desde então, foi confirmado que 2711, é a
data do assassinato, do áudio, e do
aniversário do casal.

domingo, 22 de setembro de 2013

Click click shaw

Havia um homem velho que não tinhas as
pernas e possuia longas unhas. Quando ele
arrastava seu corpo para se mover fazia um
barulho como click click shaw.
Certo dia a mãe de uma garota a pediu para
comprar uma garrafa de leite e que voltasse
antes de escurecer, pois era a hora em que Click
Click Shaw saía. A garota se apressou em ir. Ao
terminar a compra e ver que ainda era cedo,
resolveu ir para a casa de uma amiga para se
divertir um pouco.
Ela não viu a hora passar e logo percebeu que já
estava escurecendo e a mãe de sua amiga logo
mandou ela voltar para casa. A garota se
apressou, em voltar.
Logo ela começou a ouvir um barulho como click
click shaw atrás dela. Logo ela apressou o
passo e o click click shaw parecia mais alto e
mais próximo. Por fim ela começou a correr até
que alcançou a porta de sua casa e começou a
bater na porta e gritar por sua mãe para abrir a
porta.
No dia seguinte a mãe saiu da casa para pegar o
jornal sem saber o que havia acontecido na noite
anterior. Ao voltar para a casa encontrou numa
parede escrito com o sangue da filha uma nota
que dizia:

" VOCÊ DEVIA TER ABERTO A PORTA. "

Peça por peça.

Você não ama esses jogos de quebra-cabeça
em que você tem que completar a imagem
movendo certos blocos por aí? Bem ao menos
todos nós fizemos em algum momento de
nossas vidas. Talvez porque você realmente
gosta, ou talvez você só tentou uma vez no seu
celular porque você não tinha nada melhor para
fazer. Para mim, foi a última.
Era tarde da noite, enquanto eu tentava dormir
merecidamente depois de um longo dia de
trabalho no cinema local. Mas eu simplesmente
não conseguia dormir. Tv, música, nem mesmo
meus livros poderiam ter me cansado o
suficiente para realmente adormecer. Eu percebi
que eu deveria apenas esquecer disso por um
momento e encontrar outra coisa para fazer. Eu
tentei achar algum outro tipo de distração para
passar meu tempo e peguei meu celular, à
procura de um novo jogo para jogar.
Depois de procurar um pouco, cheguei neste
jogo. Eu não estava realmente interessado em
quebra-cabeças, mas seria pelo menos algo
para fazer.
Aparentemente você era capaz de importar suas
próprias imagens, o que, em seguida, seriam
transformadas em um quebra-cabeças para
você resolver. Eu tentei algumas vezes, e depois
de importar várias fotos de meus animais de
estimação, eu rapidamente queria tentar algo
diferente.
Eu escolhi para fazer uma imagem de mim
próprio. Era muito escuro já, então eu tentei
fazer um em pé na janela, de costas para a
parede.
Depois que eu comecei com a minha imagem, eu
já achei um pouco difícil. Isso porque a área
atrás de mim estava muito escura e era mesmo
difícil de montar.
A imagem do meu rosto estava quase completa
e eu só precisava de uma pequena área no
canto superior direito.
Eu consegui colocar mais algumas peças no seu
devido lugar e eu vi minha jaqueta parecendo
que estava pendurado na minha porta. Aos
poucos mais peças foram colocadas em seu
devido lugar e eu vi algo que parecia uma
peruca em cima da minha jaqueta. Eu tinha
certeza de que a imagem foi distorcida em
segundo plano porque era muito escuro quando
eu tirei isso, ou eu comecei a ver coisas porque
eu estava um pouco cansado.
Havia apenas algumas peças deixadas para
colocar no lugar, e eu vi duas manchas
vermelhas que aparecem debaixo do objeto
parecendo a peruca. Mais uma vez, eu pensei
que eu tinha começado a ver as coisas, porque
já eram três da manhã. Embora eu tinha certeza
de que as manchas vermelhas tinham a forma
de olhos.
Eu consegui colocar a peça final do puzzle no
lugar quando eu ouvi do silêncio, um estalo ao
meu lado.
Eu percebi que não completei só a minha própria
imagem.

O assassino.

Há alguns anos eu lembro de estar no trabalho.
Não estava me sentindo bem, então fui arrumar
minhas coisas para ir pra casa. Um de meus
colegas de trabalho também estava saindo e me
ofereceu um chá que disse que aliviaria a dor.
Naquele momento pensei "Por que não?" Assim
que chegamos em sua casa, sentamos no pátio
e tivemos uma boa conversa. Fiquei sentada
enquanto ele terminava o chá, quando olhei para
as escadas e vi uma moça palida, falando algo.
A princípio não entendi, mas logo vi que ela dizia
para eu ir embora e eu fui.
5 anos depois estava lendo o jornal e descobri
que ele, que me ofereceu o chá, havia matado
várias mulheres e enterrado elas em seu porão.
Ai tive a certeza que aquela mulher que me
salvou, era uma de suas vítimas.

Meu medo de água.

Eu sempre tive um medo terrível de ser
completamente submerso em água. Não é que
eu não saiba nadar, nem nada. Meu pai me fez
aprender, ele disse que quase me afoguei quando
eu era muito jovem.
Eu estava com medo dela, porque, durante o
tempo que me lembro, sempre que estou debaixo
de água e olho para a superfície, eu vejo uma
mulher descendo até mim com um sorriso belo,
com cabelo dourado brilhante e olhos azuis
escuros. Mesmo que seja apenas em uma
banheira. Isso sempre aconteceu, era apenas
normal para mim, mas eu nunca me acostumei
com isso.
Era irritante, mas também suave ao mesmo
tempo. Ela sempre me fez sentir como se
estivesse tudo bem. Eu ainda evitava, no
entanto, porque eu era apenas uma criança e foi
realmente assustador.
Eu nunca falei com meu pai sobre isso quando
criança, mas eu perguntei a ele sobre a minha
mãe. Ele nunca quis falar sobre ela. Às vezes,
ele ficava com raiva de mim por tentar demais
trazer essa história a tona.
Foi só recentemente que eu descrevi esta
aparição dele. Ele quase atropelou um poste de
telefone, obviamente ele sabia de alguma coisa.
Perguntei-lhe, mais uma vez, sobre a minha
mãe. Ele ainda não falou muito, exceto que ela
morreu quando eu era muito jovem, e que ela me
amava muito. Ele também admitiu que os
cabelos e os olhos eram as cores, assim como
os da minha visão.
Então eu fiz uma pesquisa por mim mesmo,
procurando o nome dela em minha certidão de
nascimento e tentando encontrar todas as
referências que eu poderia, quaisquer matéria de
notícias sobre um garoto quase se afogando,
qualquer coisa. Eu, principalmente, queria uma
foto, algo que eu poderia corresponder ao meu
anjo da guarda.
Hoje, enterrado em nossa biblioteca da cidade,
eu a encontrei.
WINCHESTER: Marie Withie, 28 anos, morreu
afogada na noite de ontem depois de escalar
uma cerca de arame farpado, fugindo para um
reservatório próximo. Um funeral está
programado por sua família para o dia 25. Marie
foi liberada há apenas seis meses, depois de ter
sido declarada "não culpada" de tentativa de
homicídio por razões de insanidade. Seu marido
Daniel Withie agiu com rapidez suficiente para
resgatar seu filho bebê, quando ela foi
encontrada tentando afogá-lo numa banheira.

sábado, 21 de setembro de 2013

Alice no País das Maravilhas - A verdadeira história.

Aviso: esta não é uma história que você vá
encontrar pesquisando no Google ou em livros.
A história de Alice é, na realidade, triste.
Lembrem-se que os grandes contos de fadas
são de outra época, a realidade era diferente e
os valores extremamente conservadores. Então,
ter uma filha esquizofrênica era considerado uma
aberração, um crime. Os pais de Alice decidiram
deixa-la em um sanatório, e ela permanecia, na
maior parte do tempo, dopada. Quando não
estava sob efeito de remédios, era violentada
pelos funcionários. A menina tinha apenas 11
anos.
Cada um dos personagens e objetos da história,
tem a ver com um desejo ou experiência de
Alice.
O buraco pelo qual ela entra no País das
Maravilhas, é, na verdade, uma janela de seu
quarto, onde ficou presa durante toda a vida,
pela qual ela desejava sair e conhecer o mundo
à sua volta.
O coelho branco, para ela, representava o tempo.
Aquele tempo que ela desejava que passasse
logo, para que um dia ela pudesse sair daquele
lugar. O tempo que ela via passar tão rápido,
porém tão lento...
O Chapeleiro Maluco, era outro interno, seu
melhor amigo. Alguém que deixava sua vida no
hospital menos amargurada, com quem criava
várias teorias de como seria a vida lá fora. O
rapaz, em realidade, sofria de Síndrome Bipolar,
por isso a personalidade do Chapeleiro na
história, o mostrava ora alegre, ora depressivo,
ora calmo, ora irritado.
A Lebre, companheira do Chapeleiro, era a
menina que dividia o quarto com ele. Ela sofria
de depressão profunda, e todas as vezes que
Alice teve contato com ela, encontrou-a num
estado de terror e paranóia.
O gato de Cheshire: um dos enfermeiros, em
quem Alice confiou, mas acabou por enganá-la e
violenta-la. O sorriso do gato, aquele que é tão
marcado, era na verdade o sorriso obscuro que
seu agressor abria, cada vez que lhe abusava, e
a deixava jogada em um canto de sua
acomodação, derrotada, triste e ofuscada.
A Rainha de Copas: a diretora do sanatório. Uma
mulher má e desprezível, que não sentia sequer
um pingo de compaixão para com os enfermos
que estavam sob seus cuidados. Era a favor da
terapia de choque e da lobotomia, e por diversas
vezes ordenava que os funcionários
espancassem, sedassem e prendessem em jaulas
os enfermos que apresentavam comportamento
que não lhe agradavam.
A Rainha Branca: sua mãe, uma mulher nobre e
terna, que sofreu na pele o preconceito de ter
uma filha doente, tendo que abandonar a menina
em um sanatório, e nunca mais voltar a vê-la.
As vagas lembranças que Alice possuía, era de
momentos com sua mãe, e o motivo dela pensar
que o mundo fora dos muros do hospital era um
lugar melhor, era saber que a mãe estava lá, em
algum lugar, para lhe cuidar.
Os Naipes: enfermeiros do hospital, apenas
seguindo ordens o dia inteiro.
A Lagarta Azul: sua terapeuta, aquela que lhe
dava as respostas, que lhe explicava o que
acontecia e com quem ela conversava.
Tweedledum e Tweedledee: gêmeos siameses
órfãos, que também estavam no hospital.
Embora não possuíssem nenhum problema
mental que justificasse sua internação, a
aparência que tinham era assustadora, por isso
foram reclusos.
O Rei de Copas: o médico psiquiatra do hospital.
Alguém com complexo de inferioridade, que era
incapaz de se opor às ordens da diretora.
Os frascos “Coma-me” e “Beba-me”: as drogas
que lhe davam. Por serem extremamente fortes,
por várias vezes Alice tinha sensações diferentes
e alucinações, bem como se tivesse encolhido ou
aumentado de tamanho.
Tudo isso foi criado pela menina como se fosse
um mundo paralelo. Uma realidade menos
dolorosa daquela em que vivia. Ela já não podia
suportar aquele local e tudo o que acontecia com
ela ali dentro, então resolveu usar de sua
imaginação infantil para amenizar a dor e o
sofrimento. A irmã mais velha de Alice, é na
verdade uma enfermeira do hospital, a quem a
pequena era muito apegada. A enfermeira tinha
um diário e nele anotava todas as histórias que
Alice criava em sua mente. Todos os dias a
enfermeira ia até o quarto da menina e ouvia
seus desabafos e as aventuras que criava em
sua mente. Sem deixar de anotar uma palavra
sequer.
Infelizmente, Alice executa uma tentativa de
fuga. Ela não obtém sucesso, e acaba detida
pelos funcionários. A diretora furiosa, manda que
espanquem a garota e apliquem a terapia de
eletrochoque, para que nunca mais volte a se
repetir. Após o castigo, Alice torna-se agressiva
e violenta, ao ponto da diretora decidir que a
única saída para ela, seria a lobotomia.
Alice viveu por muito tempo em um estado de
“coma”. Ela nunca mais viveu, sorriu, tampouco
falou. Devido a isso, teve seu corpo
devastadoramente abusado, tanto, que acabou
por ter hemorragia interna devido à violência
empregada em um ato de estupro, e veio a
falecer.
A enfermeira que escrevia suas histórias em um
diário acabou por se afastar do sanatório, e
Alice foi imortalizada como a menina sonhadora
que viveu aventuras incríveis no País das
Maravilhas.

Dança após a morte

Três irmãs tinham um grande sonho, ir na boate
que ficava do outro lado da estrada que cruzava
a cidade. O pai das meninas era um viúvo muito
cuidadoso, dizia que a boate não era lugar para
meninas de família e as proibia de ir até lá.
Em uma certa noite, a filha mais velha discutiu
com o pai, insistiu que as três já tinham idade o
suficiente para frequentar a boate, mas seu pai,
enfurecido, disse que elas só iriam à boate
depois de mortas. Assim, a menina subiu para
seu quarto com raiva, acompanhada das irmãs,
e elas ficaram por lá em silêncio.
Três horas depois, o pai das garotas estranhou o
fato das meninas não descerem para o jantar e
decidiu subir ao quarto delas. Chegando lá, ele
encontrou os corpos cheios de sangue das três,
estavam mortas.
Duas semanas após o enterro das três, o pai,
lembrando dos momentos que passou com as
meninas, lembrou-se também do grande sonho
das três e decidiu ir até a boate para ver o que
as impressionava tanto.
Chegando lá, a surpresa... Suas filhas estavam
na pista de dança, sorrindo e dançando
loucamente.

Sozinha em casa

Estava sozinha em casa e escutava nos
noticiários que existe um assassino foragido.
Olhava para o quintal através das portas de
vidro está um homem parado na neve.
Ele combina com a descrição feita pelos
noticiários e ele está olhando para
mim,enquanto ria.
O medo toma conta de mim. A primeira coisa a
fazer é ligar para a policia.
Olhava pela porta de vidro enquanto aproximava
o telefone no ouvido,verifico que o homem está
cada vez mais próximo.
Chocada,derrubo o meu telefono e começo a
chora desesperada.
Não existia pegadas na neve.
Era o reflexo do homem.

Perto das 3:00 da manhã

Algumas pessoas já ouviram falar da Hora
Morta, a que se inicia ás 3:00 da manhã até ás
3:59. Dizem que nesta hora os espíritos estão
"autorizados" para suas manifestações.
Estes dias atrás estava voltando para casa, era
mais ou menos 2:57, quando saí da casa do
meu namorado de moto. Já tinha escutado
histórias sobre acontecimentos nesta hora.
Preocupada em chegar em casa antes das 3 da
manhã, decidi ir mais rápido, e não tinha nem
sequer um gato ou coruja na rua, foi então que
olhei para o retrovisor da moto e vi uma luz,
deduzi que fosse outra moto e esperei para que
passasse por mim, mas ela não ultrapassou e
manteve uma certa distância de mim.
Assustada, resolvi fazer uma curva esperando
que ela seguisse um caminho diferente, porém
se virasse no mesmo sentido, poderia ser um
assaltante. Então quando olhei novamente para
ver aonde ele teria ido, não vi nenhuma moto,
ou sequer seu barulho, segui meu caminho
novamente. se repente a luz novamente estava
atrás de mim, no entanto desta vez foi diferente,
pois não olhei pelo retrovisor, mas virei para
trás, e foi aí que me apavorei.
Quando virei para olhar não tinha luz nenhuma,
mas quando olhava pelo retrovisor ela estava lá,
cada vez mais perto. Apavorada olhei de novo
para confirmar, de repente um vento soprou
fortemente na rua e olhei mais uma vez para
trás e não vi nada. Foi quando ouvi uma voz
bem de perto, como se não tivesse o capacete:
-Te alcancei!!!!
Na hora fechei os olhos mesmo que pilotando,
mas tentando manter a calma, olhei novamente
e não vi nada. Detalhe que, não estava mais
ventando, não havia som de moto a não ser a
minha, e a rua estava totalmente deserta.
Quando cheguei em casa olhei o relógio, era
3:15 da manhã.

Infância amaldiçoada

Corinne era uma garota de 15 anos de idade,
que além de ser uma ótima aluna, possuía uma
grande afeição por crianças. Ela era conhecida
em sua cidade por ser uma das melhores babás
e de total confiança. Sempre era contratada por
famílias ricas, que quando saíam para jantares,
reuniões ou festas, entregavam sua casa e
filhos nas mãos dela, que não deixava a desejar:
fazia um trabalho excelente e era adorada por
pais e pelas crianças. Assim era com Erik, o
bebê de 2 anos de uma das famílias ricas com
que trabalhava. Já fazia alguns meses que ela
havia se tornado a babá dele, e seu trabalho era
muito elogiado.
Corinne chegou como de costume: 10 minutos
antes da hora combinada. Deixava tudo pronto
para poder passar a noite com o pequeno,
enquanto seus pais não voltavam. Geralmente,
Erik assistia televisão, brincava com seus cubos
coloridos, tomava um pouco de leite e dormia,
tudo isso antes das 21h, o que deixava o resto
da noite livre para Corinne.
Mas esta noite seria muito diferente.
Eram 19h quando seus pais saíram, e iriam
voltar às 22h. Corinne fechou a porta e as
cortinas da entrada, ao dar a volta, ficou em
silêncio. Erik, que deveria estar dentro de seu
quintal de brincar, não estava. A noite seria
longa se o pequeno estivesse com vontade de
aprontar.
Demorou alguns minutos até encontra-lo, algo
estranho estava acontecendo, disso estava
segura. Erik estava mais inquieto do que o
normal, chorava por qualquer coisa e estava
irritado. Eram quase 21h e Corinne não
conseguia acalmar o menino. Ela resolveu
esquentar um pouco de leite, pois leite morno
costumava dar sono nele. Após mamar, o
pequeno subiu para o quarto, no colo da babá.
Ela ligou o abajur, que refletia figuras nas
paredes. Para ela, era um pouco assustador o
modo como o quarto ficava com aquelas figuras
refletidas nas paredes, nos brinquedos e até
sobre ela, que estava sentada numa poltrona,
balançando e ninando Erik.
Ao ver que o menino dormiu, saiu do quarto em
total silêncio. Quando colocou o pé no primeiro
degrau da escada que levava à sala principal,
escutou um grito do pequeno, e, assustada,
regressou rapidamente ao quarto.
Abriu a porta... Erik estava sentado na cama,
olhando para a porta, ou era isso que parecia.
Seus olhos estavam completamente negros, seu
rosto havia se deformado e seus gritos se
tornavam cada vez mais fortes e altos. Corinne
não sabia se deveria se aproximar ou não, mas
já seria tarde, Erik se aproximou mais rápido.
Esta noite, os pais do menino encontraram a
porta principal aberta. Revistaram a casa
inteira, mas não encontraram nada fora do
comum.
Em seu quarto, dormia tranquilamente Erik,
como se nada tivesse acontecido. Suspirava
enquanto dormia, como fazia todas as noites e
encantava seus pais.
De Corinne, nada mais se soube.
Nem seu corpo foi encontrado.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Atenção

Queridos leitores o blog vai passar por reformas e vou tentar postar todos os dias. Apartir de hoje o blog será exclusivamente de terror e curiosidades. Muito obrigado a todos. Abraços.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

AUTOCOMBUSTÃO HUMANA ESPONTÂNEA SERIA POSSÍVEL? EIS A QUESTÃO!

Michael Faherty, de 76 anos, desencarnou
em sua casa em Galway no dia 22 de
dezembro de 2010. O corpo, carbonizado, foi encontrado com a cabeça virada para a lareira. O médico legista Ciaran McLoughlin, de West Galway,
Irlanda, afiançou que Faherty foi vítima de
uma “autocombustão humana”. "O incêndio
foi totalmente investigado e a sua conclusão é
de que o fato se encaixa na categoria de
‘combustão humana espontânea’, para o qual
não há uma explicação adequada"(1).
McLoughlin explicou ser essa a primeira vez
em 25 anos de carreira que deu um parecer
de combustão espontânea.
Larry Arnold, um experto em autocombustão
humana, sugere que o fenômeno resulta de
uma nova partícula subatômica chamada
'pyroton' que, segundo ele, interage com as
células para criar uma micro-explosão. Mas
não existe nenhuma evidência científica
provando a existência de tal partícula.
A primeira combustão humana espontânea
conhecida foi divulgada pelo anatomista
dinamarquês Thomas Bartholin, em 1663,
quando descreveu como uma mulher em
Paris "foi reduzida a cinzas e fumaça"
enquanto dormia. O colchão de palha onde
ela estava deitada não foi danificado pelo
fogo. Em 1763, Jonas Dupont apresentou em
Lyon uma tese de doutorado: De incendiis
corporis humani sponraneis; ele foi o
primeiro a tratar do assunto oficialmente.
No século XIX, Charles Dickens despertou
grande interesse no assunto, usando o tema
para “matar” um personagem de sua novela
"A casa abandonada” ("Bleak House"). Krook
(o personagem alcoólatra), compartilhava da
crença comum nessa época de que a
combustão humana espontânea era causada
por quantidades excessivas de álcool no
corpo.(2) Surgiram algumas críticas acusando
Dickens de divulgar superstições, mas o
escritor respondeu aos ataques citando suas
fontes de pesquisa sobre autocombustão
humana – especialmente o caso da Condessa
Cornelia de Bandi, de Cesena, Itália, ocorrido
em 1731 – e o de Nicole Millet.
A rigor, ninguém ainda desmentiu ou provou
concreta e conclusivamente a combustão
humana espontânea. Portanto, estamos
diante de um fenômeno paranormal não
mencionado na literatura consagrada pelas
explicações espíritas e que tem desafiado a
inteligência dos pesquisadores. A ocorrência
é um dos mais complexos fenômenos
estudados pela parapsicologia e, sem dúvida,
dos mais difíceis de ser comprovado, e sobre
o qual muitos cientistas preferem manter
silêncio. A definição pode parecer um tanto
vazia, mas a verdade é que pouco ou nada se
sabe sobre o suposto fenômeno – como se
inicia ou termina, ou mesmo por que ocorre.
O intrigante da questão é: os corpos físicos
podem ser consumidos espontaneamente pelo
fogo? Muitas pessoas acreditam que a
autocombustão humana seja um evento
possível, mas a maioria dos cientistas não
está convencida, apesar das evidências pelas
inúmeras imagens fotográficas existentes.
Para alguns, a combustão espontânea ocorre
quando uma pessoa rompe em chamas por
causa de uma reação química interna
aparentemente não provocada por uma fonte
externa de calor (ignição). “Em dezembro de
1966, o corpo do Dr. J. Irving Bentley, de 92
anos, foi descoberto na Pensilvânia, ao lado
do medidor de consumo de eletricidade de
sua casa. Na realidade, apenas parte da
perna dele e um pé, ainda com o chinelo,
foram achados. O restante do seu corpo tinha
se transformado em cinzas.” (3)
Como esclarecer que um homem pegou fogo
– sem nenhuma origem aparente de faísca ou
chama – queimando completamente o
próprio corpo, sem espalhar as chamas para
nenhum objeto próximo? O caso do Dr.
Bentley e centenas de outros casos
semelhantes ficaram conhecidos como
eventos de "combustão humana
espontânea" (Spontaneous Human
Combustion – SHC). Embora ele e outras
vítimas do fenômeno tenham sofrido
combustão quase total, as redondezas de
onde se encontravam, ou as próprias roupas,
muitas vezes não sofriam dano algum.(4)
Certa vez a TV Globo mostrou um “senhor
que dormiu dois dias sucessivos e ao acordar
notou no seu corpo queimaduras espontâneas
profundas e sua mão direita completamente
carbonizada, a qual teve que ser amputada.
Um médico e um cientista abordados a
respeito desse fato também não souberam
explicá-lo. Mas como é de praxe, batizaram o
fenômeno: "Combustão espontânea do corpo
humano".(5)
Allan Kardec elucida os fenômenos
(anímicos) de efeitos físicos (ruídos,
pancadas, lançamento de objetos,
transportes, a pirogenia ou combustão
espontânea [roupas, colchões, móveis],
psicometria (percepção de fatos a partir de
objetos) etc.(6) As manifestações físicas
estiveram relacionadas ao próprio
surgimento da Doutrina Espírita, no século
XIX, quando o professor Rivail teve sua
atenção despertada para as chamadas mesas
girantes e passou a estudá-las conforme
consigna O Livro dos Espíritos, na Introdução
ao Estudo da Doutrina Espírita. Os fenômenos
espíritas desse gênero, de modo geral as
manifestações físicas espontâneas,
objetivavam chamar a atenção de Kardec e
convencê-lo da presença de uma força
superior à do homem.(7) Todavia, ressalte-se
que o mestre de Lyon nada investigou e
nem os espíritos informaram sobre o
fenômeno de mortes por autocombustão
humana.
“Existe, no entanto, a faculdade, qual
utilizava Daniel Dunglas Home, que produzia
fenômenos de combustão espontânea, mas
que não era autocombustão e que não o
queimava. Em uma experiência memorável
diante do Imperador Napoleão III, antes de
Allan Kardec, no mês de abril de 1852,
convidado às Tulherias por aquele, deu as
maiores demonstrações de mediunidade,
porque o Imperador gostava de
prestidigitação (ilusionismo) e acreditava que
os fenômenos produzidos por Daniel e por
outros eram de ilusionismo, de malabarismo.
Entre as manifestações notáveis que Daniel
produziu naquela noite, uma foi tomar de
uma folha de papel, atritá-la, atirando-a nas
labaredas da lareira, dizendo: – "Não
queime". – e a folha de papel permaneceu
intacta. Ele afastou-se alguns metros, e
ordenou: – "Pode queimar". – e ela ardeu.
Constatamos que ele a havia impregnado de
energia anti-combustiva e, ao dar-lhe a
ordem, a energia desgastada, não isolou o
papel.” (8)
Quais as causas dos fenômenos de efeitos
físicos? Qual a sua origem e sua finalidade?
São questões que passaram a ocupar o
pensamento do professor lionês, que passou a
estudá-los levando-o às pesquisas e ao
trabalho de compilação e organização da
Codificação Espírita, dando origem aos cinco
livros que editou usando o criptônimo de
Allan Kardec.
Pelo sim, pelo não, ousemos propor uma
explicação plausível para o fenômeno
peculiar que consome uma pessoa por uma
chama que parece vir de seu próprio corpo e
transformá-la em pouco mais que um monte
de ossos enegrecidos e pó. Cremos ser um
processo expiatório que alcançam alguns
seres humanos que invariavelmente
praticaram atos impiedosos no passado, quiçá
nos medievos cenários inquisitoriais; pessoas
essas que incineraram impiedosamente os
hereges vivos nos troncos do ódio, razão pela
qual e sob o látego da Lei de Ação de Reação
carregam as matrizes que liberam a
materialidade de tão dantesco fenômeno.
Espera-se que um dia o mistério possa ser
mais bem esclarecido, pois a autocombustão
de corpos representa um dos mais complexos
e atemorizantes acontecimentos paranormais
da história humana.